Archive for Mês: Dezembro 2015

Um Santo Natal e um próspero Ano Novo

São os Votos da AHPEM – Património e Memória.

AHPEM – Património e Memória nas Comemorações do 1º de Dezembro em Lisboa

APHEM – PATRIMÓNIO E MEMÓRIA/ ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL, associou-se à cerimónia da Restauração da Independência de Portugal promovida pela SHIP e CM em Lisboa.

A AHPEM participou, também este ano, nas Comemorações do 1º de Dezembro, na Praça dos Restauradores (Lisboa), com a deposição de flores e Cartaz no Monumento da Restauração.

Fizeram parte da comitiva Isabel da Veiga Cabral (Presidente do Conselho Directivo do Património), Carlos Borges (representante do Núcleo em Tarouca), e o/as representante(s) da Casa do Minho e do Rancho Folclórico da Glória do Ribatejo.
AGRADECIMENTOS

*À Dr.ª Célia Martins da Câmara Municipal de Lisboa as fotografias gentilmente cedidas
*Ao Dr. Paulo Duque e à Dr.ª Rita Pote presidentes, respectivamente da Casa do Minho e do Grupo Folclórico da Casa do Povo da Glória do Ribatejo a participação.
*Ao Dr. Miguel Fernandes CEO e Dr.Bruno Raposo da Amazing Factory, o Cartaz.

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HOMENAGEM AO 1º DE DEZEMBRO EM CABEÇO DE VIDE

Pelas 12 horas do dia 1 de Dezembro de 2015 – e em simultâneo com as diversas localidades, o Núcleo A cialis griechenland.H.P.E.M. – Património da Memória / Aldeias Históricas de Portugal, desta Vila Alentejana procedeu à deposição de um ramo de flores no monumento evocativo das comemorações dos quinhentos anos da atribuição do Foral Manuelino – em homenagem aos Conjurados de 1640 que, eivados de são patriotismo, tiveram a coragem de restaurar a Independência de Portugal.

No decorrer do acto patriótico-cultural, usaram da palavra o Sr. Provedor da Santa Casa da Misericórdia, Prof. Domingos Barradas Madeira e o Comendador Ribeirinho Leal, enaltecendo ambos a data histórica que se vivia, actualizando-a no tempo presente e projectando-a num futuro, que todos queremos de prosperidade e bem-estar para a nossa terra e para todo o Portugal.

À distância temporal de 375 anos mais não somos do que um elo no encadeado das gerações, tão empenhados no engrandecimento da nossa Pátria e na defesa dos seus valores mais intrínsecos como o foram há quase quatro séculos os nossos antepassados, de quem muito nos orgulhamos.
(Texto do comendador Ribeirinho Leal)

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO EM MONCHIQUE HOUVE FESTA NA SERRA

Actuação do Grupo Coral da Confraria do Medronho os “Monchiqueiros” na escadaria da Câmara Municipal

O Reportório é constituído é, em grande parte, resultado da recolha das cantigas tradicionais locais.

O Grupo Coral “Os Monchiqueiros” incorporou, também, no seu reportório, cantigas do Alentejo e recentes, escritas por elementos do grupo.

As músicas são muito bonitas e algumas, embora de carácter popular, têm a sonoridade das músicas antigas de gosto refinado, como que saídas de um salão da opulenta burguesia.

O Grupo Coral da Confraria do Medronho os “Monchiqueiros” está de parabéns pelos trajes, reportório qualidade de execução e simpatia.

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO HOUVE FESTA NA SERRA EM MONCHIQUE

Uma plateia atenta e numerosa, encheu a sala da Câmara Municipal de Monchique, onde o Dr. Rui André, Presidente e amigo da nossa Associação e apoiante da iniciativa da APHEM – Património e Memória, recebeu os promotores e deu as boas vindas.

Fez referência ao facto der sido aprovada por unanimidade a ligação da Câmara à Associação como sócio efectivo.

Mencionou muitos dos projectos no âmbito do Património, que o município vai ou está a desenvolver.

O primeiro Workshop foi aberto por Gastão Brito e Silva da Ruin’Arte que falou na recuperação do Património, seguindo Isabel da Veiga Cabral que abordou a temática da valorização do Património envolvendo as populações e a sua importância para o desenvolvimento da região e do turismo.

Deu início ao segundo workshop o vereador Gonçalo Duarte que fez um completo historial da origem do medronho e da aguardente em Monchique.

Terminou o Workshop a apresentação de parte do filme UNEDO OMNES DIES – Medronho todos os dias, por Sílvia Coelho e Paulo Raposo, o qual arrancou da assistência, muitas palavras de apreciação, de reconhecimento, observações e risos, estabelecendo-se, desta forma, uma interacção invulgar e gratificante.

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JEP 2016 – HOUVE FESTA NA SERRA EM MONCHIQUE

A chuva não impediu as Jornadas de Lisboa a Monchique – HOUVE FESTA NA SERRA!

O almoço realizou-se no interior da “Estila” da Quinta da Brejeira – uma boa e simpática alternativa ao “picnic”, em tempo de chuva.

A gastronomia típica de Monchique, representada pela sopa de nabiça com feijão à Monchique, com enchidos e carnes, acompanhada de pão caseiro, foi muito elogiada.

A sobremesa foram laranjas e maçãs recém apanhadas das árvores, servidas em cestos.

Para terminar para as senhoras a “Melosa” (aguardente de medronho com mel) e para os homens a aguardente de medronho.

Fizeram-se brindes, contaram-se histórias da terra e das gentes e Paulo Carriço, fazendo as honras da casa, falou da destila.

Os medronhos, inacessíveis pelos carreiros escorregadios de lama,depois do almoço, a sua apanha não mereceu a aprovação geral.

Contentaram-se os visitantes com uma aventura mais acomodada – apanhar os que se encontraram no percurso entre a casa e as viaturas.

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